Professor, posso usar o Facebook em sala de aula?
Desde a sua aurora, o uso dos computadores e das redes sociais colocaram os professores diante de paradigmas. Para uns, as redes sociais, a facilidade de acesso às informações promovida pela internet, decretaram a morte do professor, reduzindo seu papel à mero intermediário entre o aluno e o objeto cognicível. Para outros, se não a morte, as redes sociais e a internet foram uma navalhada no rosto do professor, ameaçando-o e desconfigurando-o, pois a concorrência contra a sedução dos estímulos constantes do recursos virtuais contra quem dispõe apenas de giz, lousa e apostila é desleal. Há, ainda, os que previam que os recursos tecnológicos resignificariam as relações humanas e, como uma onda, revolucionariam a sala de aula.
Na verdade, o caminho da esquerda
Essa é uma reprodução de uma cartilha didática do final da década de 40, a Meninice. Além da qualidade discutível dos textos, a cartilha dizia: "o caminho da direita é o melhor".
e a responsabilidade de imprensa?
Depois dos ataques ao Charlie Heddo, do leitor do jornal de empregos ao editor do Planete Diário, não há um único sujeito que não tivesse falado, ou melhor, bradado, de pé num caixote, defendendo a liberdade de imprensa e expressão. É um sentimento unânime e, como diria Nélson Rodrigues, carrega uma burrice intrínseca. Há um texto do Sakamoto que problematiza essa questão e que merece ser lido.
Na frança, muitos foram às ruas, arriscaram-se pela liberdade de expressão e de imprensa e, sinceramente, tenho certeza que muitos no Brasil fariam o mesmo. O que impressiona-me, no entanto, é que ninguém cobra a responsabilidade da imprensa sobre seus enunciados: é como se imprensa fosse aqueles meninos mimados que podem tudo e devem nada.
Na frança, muitos foram às ruas, arriscaram-se pela liberdade de expressão e de imprensa e, sinceramente, tenho certeza que muitos no Brasil fariam o mesmo. O que impressiona-me, no entanto, é que ninguém cobra a responsabilidade da imprensa sobre seus enunciados: é como se imprensa fosse aqueles meninos mimados que podem tudo e devem nada.
a fuvest e o rei do camarote
Em 2005, a FUVEST fez um mea culpa com tema de redação sobre o movimento de descatracalização da vida, pois o próprio vestibular é uma catraca quase intransponível para o acesso à universidade. esse ano, mais uma vez, o tema segue a mesma orientação: debater sobre a camarotização da sociedade e lembrar que a universidade pública é um dos camarotes mais confortáveis e exclusivos.
redação da fuvest
A proposta de redação deste ano da Fuvest parece seguir uma tendência desse vestibular e criar uma espécie de trilogia. Espero não estar vendo pelo em ovo, mas de 2007 para cá os temas propostos podem ser divididos em três grandes questões:
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